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A Importância do Plano de Cargos, Salários, Carreira e Remuneração para os Processos de RH

A Importância do plano de cargos, carreiras e salários

A Importância do plano de cargos, carreiras  e salários

 

O plano de cargos, carreiras e salários (PCCS) tende a crescer no país com a chegada da reforma trabalhista, isto porque com a alteração feita no artigo 461 da CLT, a homologação no Ministério do Trabalho, bem como em qualquer órgão governamental foi desobrigada, sendo assim, as empresas tem a liberdade de propor políticas internas, principalmente no que diz respeito à promoções e aumentos, sem a participação do Ministério, porém tudo de acordo com a legislação, ou seja, não se pode propor qualquer regra a ponto de prejudicar os colaboradores, ou propor políticas injustas, para que a empresa não corra o risco de sofrer ações trabalhistas.

O PCCS é uma ferramenta de gestão sensacional para gerir os salários de uma organização, haja vista que o mesmo evita injustiças, alimenta subsistemas de RH, como o recrutamento e seleção, integração de empregados, programas de segurança no trabalho e também é base de informações para ações trabalhistas, no que diz respeito à equiparação salarial, desvio de função e outros.

Para uma empresa que possui um grande quadro de empregados é praticamente impossível seguir a legislação sem a formalização de um plano de cargos, carreiras e salários, afinal seguindo a regra, não poderia diferenciar salários de colaboradores que possuam menos de 2 anos de função na empresa, ou seja, com isso o processo fica engessado e não se premia quem realmente produz e gera resultados positivos à empresa.

A implantação do PCCS demora um certo tempo para acontecer, afinal sua elaboração é bastante criteriosa e trabalhosa, pois reúne uma grande quantidade de informações. Inicialmente é feita a descrição dos cargos, enumerando as atividades de cada um de forma que fique claro, o que se faz, como faz, para que faz e em qual periodicidade. Posteriormente à esta primeira etapa, é feita a avaliação dos cargos, ou seja, estes são elencados em ordem de importância, para configuração da tabela salarial.

Seguindo o programa de implantação vem a elaboração da tabela salarial, sendo que nesta etapa o procedimento correto que viabiliza um equilíbrio externo quanto ao mercado, é a formalização de uma pesquisa salarial com empresas do mesmo ramo e localidade, para definição dos salários a serem praticados. Também nesta etapa é definido se a empresa trabalhará com salários na mediana de mercado, ou se terá uma política mais ou menos agressiva, ou seja, se trabalhará com salários menores que a mediana ou superiores, para que a partir deste passo se elabore os critérios de aumentos, promoções, reajustes, exceções etc., que possam ter como base o mérito (mensurável) e/ou a antiguidade.

Por fim devem ser adequados os salários dos empregados atuais à nova realidade prevista no plano, ou seja, os valores atuais de salários e as nomenclaturas de cargos, devem ser alocados à previsão implementada pelo PCCS, para que tudo fique centralizado de forma organizada e não menos importante, o plano deve ser implantado de forma que motive a todos (colaboradores e empresa), não sendo apenas um objetivo que permita diferenciações de salário e sim um instrumento de gestão que motive os colaboradores e permita à empresa, uma melhor gestão de suas pessoas.

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